
Torneiras que vertem, torneiras que nao param de jorrar, assim é a minha vida, a tua vida, a vida dela e a de muitas mais como nós. Quando a torneira se abre, é difícil fechá-la. Não há uma mão forte que gire o manípulo ferrugento, não há uma mão maternal que enxugue a água com um pano, agora somos nós as nossas mães. Amigas, melhores dias virão e ainda nos vamos rir de tudo isto, acompanhadas de belos scones suculentos e chá de Ceilão. Tenho dito!
1 comentário:
Pois é. Raio de torneiras ferrugentas. Eu tenho mesmo de comprar uma nova. Quanto aos scones, já me estou a babar :)
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